sábado, 30 de junho de 2018

Caixa emite parecer favorável ao Projeto Kelly Cristina Uemura

Assembleia de 25-06-2018
O Ministério das Cidades publicou a portaria 367 dia 7 de junho estabelecendo o regulamento do processo de seleção de propostas para o Programa Minha Casa Minha Vida – Entidades.
Protocolamos na Caixa dia 13 de junho os documentos baseados nas novas instruções normativas. De lá para cá, tivemos vários encontros de trabalho e conforme prometido, nesta sexta-feira dia 29 de junho, em reunião na Caixa com a Eng. Luciana, tivemos finalmente a grata notícia de que o nosso projeto chegou a um resultado favorável quanto ao Quadro de Composição Financeira.
Conforme aprovado em assembleia dia 25 de junho, haverá uma complementação financeira na ordem de R$9.700,00 (nove mil e setecentos reais) por famílias o que será saldado através de trabalhos diversos durante a obra.
Para que haja tempo do parecer final ser emitido até dia 6 de julho, data em que acreditamos que será possível o envio do projeto pela Caixa para o Ministério das Cidades, nos comprometemos a fazer, até a próxima terça-feira (03/07), algumas correções técnicas de engenharia e preenchimento de formulários.
Nesta semana, terminamos de fazer a segunda análise dos dossiês das famílias que será novamente analisado pela Caixa com possível apontamento de correções, aprovações ou rejeições.
Estamos aguardando um parecer da área social quanto ao Projeto Trabalho Técnico Social.
Com relação a prefeitura, a nossa assessoria técnica de engenharia Kadima está refazendo, com base nas instruções da Secretaria de Obras, o projeto que atende a infraestrutura externa ao empreendimento que será de responsabilidade de execução por parte da administração.
Acreditamos que estamos próximos do final desta etapa de aprovações e finalmente a contratação do empreendimento para o início da obra.
Queremos agradecer a dedicação de todos que estão diretamente envolvidos com este projeto.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

ATA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA MOVIMENTO LIVRE NOVA RIBEIRÃO DIA 25 DE JUNHO DE 2018

ATA
ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA
MOVIMENTO LIVRE NOVA RIBEIRÃO
DIA 25 DE JUNHO DE 2018
Ata da Assembleia geral ordinária do Movimento Livre Nova Ribeirão realizada no salão situado na Rua Camilo de Matos, 582 Jardim Mosteiro, no dia 25 de junho de 2018 teve início às 19 horas com a presença de 114 Associados.
A presente assembleia teve como ordem do dia conforme edital:
1) Informes gerais;
2) Prestação de contas do exercício de 2017;
3) Qualquer outro assunto de interesse social e qualquer deliberação necessária para o projeto “Kelly Cristina Uemura” aprovado pela assembleia.
A assembleia teve início com uma apresentação musical organizada pelo associado Régie que junto com seu filho Daniel e o músico Maurício Bailoni, animaram com belíssimas canções populares.

1) Informes gerais:
- O Movimento Livre recebeu no dia 06/07/18, o parecer das pendências para o laudo definitivo do nosso Projeto. A Assessoria técnica de engenharia protocolou dia 11 todas as demandas pendentes.
- A Melissa esteve na Caixa durante uma semana conferindo, corrigindo e complementando os formulários dos dossiês. Informa que as famílias que ainda consta qualquer pendência devem resolver o mais rápido possível.

2) Prestação de contas do exercício de 2017:
Foi apresentado a prestação de conta do exercício de 2017 conforme relatório anexo, que após leitura foi aprovada por unanimidade.

3) Qualquer outro assunto de interesse social e qualquer deliberação necessária para o projeto “Kelly Cristina Uemura” aprovado pela assembleia:
Devido a necessidade de adequar o orçamento do projeto para atender uma das exigências da Caixa, e como não foi possível nenhum acordo com o governo do estado para recebermos um aporte, a assessoria técnica propôs que a diferença do valor complementar fosse quitada através do trabalho das famílias no canteiro de obra. O Valor de contrapartida de cada família será de 9.262,56 reais, contemplando assim este quesito exigido pela Caixa. Colocada a proposta em votação, foi aprovada por unanimidade.

Nada mais tendo a ser tratado, a assembleia foi encerrada e a ata foi redigida e vai assinada por mim coordenador administrativo Marcelo Baptista dos Santos.

Ribeirão Preto, 25 de junho de 2018


Marcelo Baptista dos Santos
Coord. Adm. do Movimento Livre Nova Ribeirão


sexta-feira, 15 de junho de 2018

ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA - DIA 25 DE JUNHO DE 2018


EDITAL DE CONVOCAÇÃO
ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DO MOVIMENTO LIVRE NOVA RIBEIRÃO
DIA 25 DE JUNHO DE 2018

O Movimento Livre Nova Ribeirão com sede, foro e administração na Rua Abel Conceição, 974, Bairro Jardim Marchesi, Estado do São Paulo, Cep: 14031-090; devidamente representado pelo Coordenador Administrativo Sr. Marcelo Baptista dos Santos, CONVOCA através do presente edital, todos os associados para Assembleia Geral Ordinária que será realizada no salão situado na Rua Camilo de Matos, 582 Jardim Mosteiro, no dia 25 de junho de 2018 em primeira convocação às 18:30 horas.
A presente assembleia terá como ordem do dia:
1) Informes gerais;
2) Prestação de contas do exercício de 2017;
3) Qualquer outro assunto de interesse social e qualquer deliberação necessária para o projeto “Kelly Cristina Uemura” aprovado pela assembleia.

Atenciosamente,

Ribeirão Preto, 15 de junho de 2018


Marcelo Baptista dos Santos
Coordenador do movimento Livre Nova Ribeirão

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Movimento Livre protocola novamente projeto na Caixa

O Ministério das Cidades publicou no dia 27 de fevereiro no Diário Oficial a portaria 162 com a seleção das entidades e projetos que estavam aptos a serem contratados para execução de obra. Era necessário cumprir a normativa num prazo de 30 dias que depois estendeu-se por mais 30.

Neste período, a Entidade Organizadora, seus associados juntamente com a Assessoria Técnica, equipes da Prefeitura, COHAB, SEMAS e até mesmo a própria Caixa fizeram uma espécie de mutirão para atender todos os requisitos necessários para contratação.  

Infelizmente e sem nenhuma justificativa o governo cancelou todo o processo, argumentando que faria uma nova portaria.

Após 4 meses, dia 7 de junho, finalmente foi publicada a portaria 367 estabelecendo o regulamento do processo de seleção de propostas para o Programa Minha Casa Minha Vida – Entidades.

Tivemos uma reunião com a gerência da Caixa Econômica na segunda-feira (11-06), que nos informou que assim que saísse o “Modelo Padrão” da Caixa poderíamos protocolar novamente a documentação complementar, já que a maioria dos documentos já estão na Caixa.

Recebemos o “Modelo Padrão” ontem, e hoje 13 de junho às 15 horas, protocolamos novamente toda a documentação complementar necessária para análise na Caixa. Ou seja, 1 dia após ser liberado o processo.

É importante destacar muito bem o tempo porque o Ministério das Cidades estipulou que nesta primeira chamada somente 8.000 unidades serão contratadas em todo país, e segundo o próprio governo, os projetos prontos devem ser contratados imediatamente.

São muitos obstáculos e estamos enfrentado todos com seriedade, empenhados e trabalhando.

Acreditamos que desta vez o governo possa honrar o compromisso assumido e cumprir pelo menos o estabelecido em portaria e normativa publicada em Diário Oficial. 

terça-feira, 12 de junho de 2018

O Ministério das Cidades divulga nova Portaria para o MCMV-E


O Ministério das Cidades divulgou, nesta sexta-feira (8), no Diário Oficial da União (DOU), por meio das Portarias 367 e 368, os critérios de seleções de propostas para a contratação no Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), nas modalidades Entidades Urbanas e Rurais, voltadas à Faixa 1.
No total poderão ser selecionadas 22 mil novas unidades habitacionais: 10 mil para o atendimento a famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil residentes em áreas urbanas integrantes de grupos associativos e 12 mil para famílias com renda anual bruta de até R$ 17 mil, residentes em áreas rurais.
A meta é distribuída por região geográfica, de forma proporcional ao seu déficit habitacional.
Inovações - Diferentemente dos processos anteriores, essa seleção para ambas as modalidades passa a ser contínua, possibilitando a apresentação de propostas junto às Instituições Financeiras a qualquer tempo.
Outra novidade é que a portaria da modalidade Entidades Urbanas trata da criação de uma cota de atendimento para empreendimentos de requalificação ou construção de moradias em áreas centrais das grandes cidades, providas de serviços urbanos e com acesso a sistemas de transporte e oportunidades de emprego e renda.
“Essas ações, mais uma vez, corroboram nossa meta de priorizar os investimentos em habitação, não só por meio da retomada de obras paralisadas, mas também pela oferta de moradia digna àqueles que, infelizmente, ainda não tiveram a oportunidade de realizar o sonho da casa própria. Com isso também estamos contribuindo para a redução do déficit habitacional”, assegura o ministro das Cidades, Alexandre Baldy.
Histórico - A Faixa 1 do Programa Minha Casa, Minha Vida, atende famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil, com subsídio de até 90% do valor do imóvel. O restante do valor é pago pelo beneficiário em até 120 prestações de, no máximo R$ 270 mensais, sem juros.
O MCMV é considerado uma iniciativa ímpar no que tange ao acesso à casa própria já criada no Brasil. O programa, que mudou a história da habitação, prevê diversas formas de atendimento às famílias que necessitam de moradia, considerando a localização do imóvel – na cidade e no campo, renda familiar e valor da unidade habitacional. Contribui ainda para o incremento o fomento à criação de novos empregos na área da construção civil.
Desde 2009, data da criação, já foram contratadas mais de 5 milhões de unidades habitacionais, beneficiando mais de 20 milhões de pessoas.
Normativos - Também foram divulgados os normativos que regulamentam as duas modalidades, estabelecendo diretrizes para a operação.
Seleção PMCMV Entidades Urbanas Portaria nº 367
Seleção PMCMV Entidades Rurais Portaria nº 368
Regulamentação PMCMV Entidades Urbanas Instrução Normativa nº 12
Regulamentação PMCMV Entidades Rurais Portaria nº 366

Assessoria de Comunicação Social
Ministério das Cidades

Atenção Associados de Movimento Livre/GAHRP - 12/06/2018

Ontem (11/06) tivemos uma reunião na Caixa para compreender quais serão os procedimentos a partir de agora. 
Com a nova portaria, a caixa está autorizada a receber novamente as propostas, ou seja os projetos.
Como já estamos com o projeto em análise avançada na Caixa, vamos ter apenas que protocolar um Oficio Modelo da Caixa que ainda não está disponível. Temos que aguardar para preencher. 
Assim que preenchermos, e se a Caixa considerar o projeto apto, ela enviará ao Ministério das Cidades para Seleção. Sendo selecionado, volta para a Caixa para assinatura de contrato. 
No caso do Projeto Kelly Cristina Uemura, precisamos que a prefeitura deposite o valor da infra externa e o aporte do Governo do Estado.
Assim que conseguirmos protocolar novamente o projeto, nós avisaremos todos vocês. 
Nossa Assembleia será dia 25 de junho, segunda-feira às 19 horas na Camilo de matos.
A presença de todos é obrigatória. Faremos a convocação ainda esta semana.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Movimentos de Moradia estão desde segunda-feira (04-06) em Brasília realizando a Marcha Nacional pelo Direito a Cidade


Fotos União Nacional Por Moradia Popular
A iniciativa é para cobrar do governo federal a retomada dos investimentos programa Minha Casa Minha Vida faixa 1 Entidades; a realização da Conferência Nacional das Cidades neste ano; a revogação da PEC do teto de gastos; e a revogação das mudanças na legislação trabalhistas.

Ontem o Ministro das Cidades Alexandre Baldy gravou um vídeo dizendo que cumpriria a promessa de publicar a portaria de contratação dos projetos.

O Ministro também se comprometeu a encontrar com os movimentos na manhã de hoje (07-06), como não apareceu, os movimentos ocuparam o prédio do ministério das Cidades.
Após muita pressão, o Ministro aceitou conversar com os movimentos neste tarde.

A cada dois ou três meses o governo inventa algo novo, alguma portaria. A verdade é que de todos projetos em análise, para construção de quase 30 mil novas moradias através de autogestão, nenhum foi contratado.

Concentradas próximas ao Ministério das Cidades, seis organizações estão presentes: Movimento das Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos (MTD), União Nacional por Moradia Popular (UNMP), Central dos Movimentos Populares (CMP), Confederação Nacional de Associações de Moradores (Conam), Movimento de Luta de Bairros e Favelas (MLB) e Movimento Nacional de Luta por Moradia (MNLM).

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Movimentos populares denunciam paralisação do Minha Casa Minha Vida


Marcha Nacional pelo Direito à Cidade ocorre durante três dias na capital federal

Rafael Tatemoto Brasil de Fato | Brasília (DF), 5 de Junho de 2018 às 17:57
Cerca de 1.500 pessoas são esperadas para a Marcha Nacional pelo Direito à Cidade, que segue até o dia 7 de junho. Concentradas próximas ao Ministério das Cidades, seis organizações estão presentes: Movimento das Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos (MTD), União Nacional por Moradia Popular (UNMP), Central dos Movimentos Populares (CMP), Confederação Nacional de Associações de Moradores (Conam), Movimento de Luta de Bairros e Favelas (MLB) e Movimento Nacional de Luta por Moradia (MNLM). Graça Xavier, da UNMP, explica que nenhuma nova contratação no Minha Casa Minha Vida foi realizada desde o golpe de 2016 e, além disso, o governo Michel Temer (MDB) inviabilizou instrumentos de participação democrática relacionados ao desenvolvimento urbano no nível federal. “Até agora, desde que Temer entrou, a cada dois ou três meses ele inventa algo novo, alguma portaria. A verdade é que de todos projetos em análise, para construção de quase 30 mil novas moradias através de autogestão, nenhum foi contratado. Ele fez um decreto que acabou com o Conselho das Cidades. Foi extinto, não tem recurso para mais nada, nem para fazer as reuniões”, afirma. Os movimentos criticam também outras medidas que estão sendo tomadas por Temer. Diversas delas, incluindo a Emenda Constitucional 95, terão impactos sobre a gestão das cidades, conforme defende Raimundo Bonfim, da CMP. “É uma marcha pelo direito à cidade, pela reforma urbana, não apenas pela moradia. Nós estamos denunciando, exigindo o fim do congelamento por 20 anos dos recursos nas áreas sociais, porque isso impacta na questão urbana. Estamos também nos colocando contra a privatização dos bancos públicos, principalmente a Caixa Econômica Federal, que operacionaliza o financiamento do saneamento e da habitação”, diz. Na quarta-feira (6), os movimentos devem realizar uma manifestação em frente ao Supremo Tribunal Federal pedindo eleições "livres e democráticas” e com a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Edição: Diego Sartorato

terça-feira, 5 de junho de 2018

Movimentos de moradia realizam marcha nacional pelo direito à cidade e contra o desmonte da política de habitação


Na Marcha Nacional pelo Direito à Cidade, exigimos:
- Retomada da construção da política nacional de habitação, com investimentos para a urbanização de favelas e regularização fundiária, assistência técnica e melhoria e produção habitacional
- Retomada dos investimentos no Minha Casa Minha Vida para a faixa mais baixa de renda, com 100 mil unidades por ano para o MCMV Entidades e 100 mil unidades por ano na Habitação Rural
- Retomada dos investimentos em saneamento e mobilidade
- Realização da VI Conferência Nacional das Cidades em 2018
- Retomada imediata do Conselho Nacional das Cidades
- Retomada de um projeto nacional de desenvolvimento, que garanta nossa soberania, com geração de empregos, fortalecimento da nossa economia, em especial da nossa indústria
- Revogação da EC 95/2016, que limita os gastos em políticas sociais, em especial da saúde, educação e redes de proteção social
- Revogação das mudanças na legislação Trabalhista e da Terceirização, que fragilizam as relações de trabalho, a organização sindical do trabalhador e beneficiam somente o patrão
- Proteção dos serviços públicos da ameaça da privatização, principalmente nos serviços de saneamento, energia e na defesa da Caixa Econômica FederalNa Marcha Nacional pelo Direito à Cidade, exigimos:

terça-feira, 29 de maio de 2018

Presidente da COHAB e Secretário do Planejamento são os interlocutores da Prefeitura Ribeirão Preto junto ao Movimento Livre

Caderno com documentos elaborado pela COHAB
Ontem (28-05-2018), estivemos mais uma vez reunidos na COHAB para dar prosseguimento às tratativas das pendências do projeto “Kelly Cristina Uemura” organizado pelo Movimento Livre Nova Ribeirão.


Presidente da COHAB Nilson Baroni
Havíamos solicitado um encontro com o prefeito Duarte Nogueira para expor as dificuldades na contratação do projeto, mas dialogando com os secretários, ficou definido que vamos elaborar esta semana um dossiê com toda a documentação para subsidiar o prefeito que se comprometeu a colocar todo empenho na contratação do empreendimento o mais rápido possível.

Objetivamente são três pendências:

Secretário do Planejamento Edson Ortega
1 – Aporte financeiro junto à Caixa do valor orçado para infraestrutura não incidente, ou seja, obra que não esteja dentro do empreendimento, obra pública.
A Lei complementar 2.859 de 28 de março de 2018 diz que todas as obras de infraestrutura não incidentes nos custos financeiros do programa Minha Casa Minha Vida Faixa 1, serão de responsabilidade da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto.
Portanto, trata-se apenas de uma questão administrativa, já que o valor a ser empregado não chega a 3% do empreendimento e ainda há a possibilidade de utilização pela prefeitura, de repasse por meio de emenda parlamentar que conseguimos junto ao Deputado Baleia Rossi.

2 – Aporte financeiro junto ao Governo do Estado de São Paulo através do programa “Casa Paulista”.
De acordo com a análise da Caixa o projeto necessita de uma complementação financeira na ordem de 15.000,00 reais por apartamento.
Emenda Parlamentar
Em conversas preliminares, a Secretaria de Habitação do Estado de São Paulo disse que estando com a viabilidade aprovada pela Caixa, seria possível celebrar o convênio para realização do empreendimento.
É imprescindível a gestão política do Prefeito Nogueira junto ao Governo do Estado de São Paulo para atender esta demanda de 320 apartamentos em Ribeirão Preto, pois além de atender as famílias que serão contempladas no projeto, esta complementação que não chega a 15% do valor do empreendimento, favorecerá geração de emprego e renda tão importantes neste momento.
Prefeito Duarte Nogueira

3 – A publicação de portaria do Ministério das Cidades do novo modelo de contratação, já que a seleção feita em 27 de fevereiro foi negada em todo o Brasil para a contratação.
O governo federal não tem deixado claro o caminho que seguirá na política habitacional para o programa Minha Casa Minha Vida faixa 1. Ao negar os projetos que foram selecionados em fevereiro, não houve sequer uma justificativa para o ocorrido. Resta apenas justificativas extra-oficiais e promessas de que haverá contratação de projetos que estejam prontos para início de obra.
Ministro das Cidades Alexandre Baldi
Neste sentido, a interlocução do governo Municipal e Federal é fundamental para definitivamente contratar os projetos e aliviar a angústia das famílias que se sentem enganadas pelo governo. Sem contar os anos de espera e luta, nos últimos 3 meses trabalhamos intensamente para atender as portarias e normas burocráticas do programa que ao final, foram negado pelo governo. 
Nós do Movimento Livre, do GAHRP, da Assessoria Técnica e parceiros de outros movimentos queremos crer que não há a menor possibilidade da cidade de Ribeirão Preto perder um empreendimento como este, que atenderá 320 famílias, mas de 1.000 pessoas e será um marco na parceira construída entre poder público e movimento social.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Projeto pronto para iniciar as obras, mas o governo não libera



Desde 2017, à custa de muito trabalho, o Movimento Livre avançou em vários aspectos em relação aos 320 apartamentos do projeto “Kelly Cristina Uemura”.

Conseguimos a habilitação da Entidade Organizadora no Ministério das Cidades, o projeto recebeu a viabilidade da Caixa Econômica Federal e em 27 de fevereiro de 2018 foi publicado a seleção pelo Ministério das Cidades.

Neste período, conseguimos cumprir todas as necessidades burocráticas imposta pelo processo de aprovação no município, na Caixa Econômica e no Ministério das Cidades.

O Governo Federal simplesmente descumpriu todos os compromissos estabelecidos com os projetos do Fundo de Desenvolvimento Social FDS - Entidades. Nenhum projeto nesta categoria foi aprovado no país e não houve justificativa oficial para este cancelamento.

A única posição extra oficial é que será lançado uma portaria com sistema de contratações chamado "Balcão”. Este sistema daria a Caixa Econômica Federal a possibilidade de analisar os projetos e estando apto enviaria ao Ministério para contratação.

Ocorre que esta publicação ainda não saiu e não temos conhecimento do real teor e procedimento que temos que seguir.

Estamos em sintonia com o Governo Municipal através do presidente da COHAB Nilson Baroni e com o Secretário do Planejamento Edson Ortega. Ambos estão acompanhado toda tramitação do projeto no âmbito Municipal e na Caixa Econômica, e cientes das necessidades que cabem à prefeitura: Executar a Infraestrutura externa ao empreendimento e negociar parceria com o Governo do Estado no Programa Casa Paulista para complementação financeira conforme exigência da Caixa Econômica.

O grave momento social que vivemos exige de todos os agentes sociais um grande esforço para produzir alternativas que possam amenizar a angústia da população mais carente. O Movimento de Moradia, ao contrário do que se tem propagado, tem dado demonstração de paciência, organização e responsabilidade, mas o governo federal insiste em descumprir os acordos e regras que ele mesmo propõe.

A falta de moradia em nossa cidade é a cada dia mais grave. Todos os dias nascem novas favelas e hoje os moradores de rua já estão por toda a cidade.

Este projeto está pronto para o início da obra e vai atender 320 famílias, mais de 1.000 cidadãos de nossa cidade. Mais que isso, poderá trazer esperança para milhares de famílias que aguardam uma nova oportunidade de fazer parte de um projeto de habitação social.

Não vamos desistir! Trilhamos um longo caminho até aqui e chegar ao destino é nosso objetivo.  O governo terá que cumprir com sua obrigação e contratar este projeto que, à custa de muita luta do movimento, elaborou todos os projetos necessários para contratação.

Nós do Movimento Livre e do GAHRP não aceitaremos mais um calote do governo. Vamos a partir de junho, intensificar nosso movimento com mais famílias e faremos assembleias em praça pública se for necessário enquanto o governo não cumprir a parte que é sua obrigação.

Segue aqui alguns documentos aprovados que já estão devidamente protocolados na Caixa.

*Projetos de infraestrutura:*
  • ·         Urbanístico
  • ·         Terraplanagem
  • ·         Rede de drenagem
  • ·         Rede de água
  • ·         Rede de esgoto
  • ·         Rede de iluminação pública
  • ·         Paisagismo
  • ·         Ambiental

*Da parte dos edifícios:*
  • ·         Projetos de implantação
  • ·         Fundação
  • ·         Estrutural
  • ·         Instalações hidráulicas
  • ·         Instalações sanitárias e pluviais
  • ·         Instalações elétricas
  • ·         Instalações de prevenção e combate a incêndios
  • ·         Centro comunitário
  • ·         Guarita
  • ·         Sondagens
  • ·         Parecer geotécnico
  • ·         Memoriais descritivos das obras e orçamentos

*Da parte social e entidade:*
  • ·         Listagem de associados
  • ·         Dossiê com pastas de documentação das famílias
  • ·         Atas de assembleias
  • ·         CNPJ, CND e documentos da Entidade Organizadora e seus dirigentes
  • ·         Projeto Técnico Social
  • ·         Composição de Comissão de Obras CAO
  • ·         Composição da Comissão de Representante CRE
  • ·         Habilitação da E.O. no Ministério das Cidades

*Da área:*
  • ·         Pagamento de IPTU
  • ·         Alvará
  • ·         Opção de compra
  • ·         Matriculas Individualizadas
  • ·         Escritura Pública
  • ·         Desdobro
  • ·         Solicitação de parecer da CETESB
  • ·         Seleção do projeto através da Portaria do Ministério das Cidades nº 162 de 27 de Fevereiro de 2018
  • ·       Viabilidade do GAP Grupo de Análise de Projetos Especiais PMRP processo 2014 041 708 3 de 18 de fevereiro de 2018


quarta-feira, 9 de maio de 2018

As novas possibilidades para o programa Minha Casa, Minha Vida

Da Redação | 08/05/2018, 20h43

Na Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, 38 mil imóveis dividem uma área de 95 hectares: Programa Minha Casa, Minha Vida não resolveu problema de moradias precárias
Mais recursos para a construção de moradia popular e projeto em discussão no Senado podem ajudar a reduzir deficits quantitativo e qualitativo
Depois de um período de indefinição, por causa da crise fiscal, o Programa Minha Casa Minha Vida vem sendo apresentado pelo governo como uma possibilidade real para quem sonha com a casa própria. O aporte de recursos é, segundo o Ministério das Cidades, “ousado”, embora “possível”, e a retomada de pagamentos em atraso às empreiteiras pavimenta as novas esperanças.
No Senado, o programa também pode receber um reforço para garantir a qualidade das moradias e da infraestrutura por meio do PLS 465/2016, de autoria do senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

O projeto atribui a responsabilidade do provimento dos serviços públicos básicos aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios. A entrega dos empreendimentos pelas empreiteiras só seria possível em conjunto com os equipamentos de saúde e educação, bem como os de comércio e lazer.
— Com a experiência acumulada dos últimos anos, foram identificados alguns aspectos para aprimorar o alcance social, eficiência e efetividade do programa. O projeto quer garantir os serviços complementares à habitação — esclarece o senador Lindbergh.
A relatora da proposta na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), senadora Regina Sousa (PT-PI), votou a favor da matéria e acrescenta:
— Todos os entes envolvidos precisam trabalhar juntos para entregar as unidades habitacionais completas. Não adianta terminar a obra e a casa ficar um ano esperando energia elétrica, por exemplo. O projeto vai nesse sentido de agilizar o processo — argumenta a parlamentar.
O Minha Casa, Minha Vida “é um dos programas mais importantes do governo federal”, de acordo com mensagem enviada à Agência Senado pela Assessoria de Comunicação do ministério.
“A meta de contratação recentemente anunciada vem ao encontro do propósito de acelerar a construção civil e a geração de emprego e renda, pois, para cada R$ 1 milhão de investimentos em obras, são gerados 14 postos de trabalho nas construtoras e outros 8 empregos na indústria de materiais de construção, nos serviços e no comércio de materiais, totalizando 22 novas ocupações, de acordo com estudo da Fundação Getúlio Vargas (2013)”, diz a mensagem.
A aceleração de obras chegou a ser tratada em encontro do ministro das Cidades, Alexandre Baldy, no dia 21 de fevereiro, com o presidente do Senado, Eunício Oliveira. Baldy esteve acompanhado na reunião com representantes do setor de construção.
Com os investimentos anunciados para 2018, da ordem de R$ 72,7 bilhões, espera-se a geração de mais de 1 milhão de postos de trabalho diretos em obras e mais de 580 mil na cadeia produtiva da construção civil. No total, foi anunciada no dia 8 de fevereiro a contratação de 650 mil novas unidades do MCMV, sendo 130 mil da Faixa 1 (contendo as contratações das modalidades empresas, entidades e rural); 70 mil unidades para a Faixa 1,5; 400 mil para a Faixa 2; e 50 mil novas moradias para a Faixa 3. Para isso, serão investidos R$ 9,7 bilhões do Orçamento Geral da União (OGU) e R$ 63 bilhões do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS).
“Além de realizarmos o sonho da casa própria, vamos gerar emprego, reaquecendo a economia dos municípios, dando a oportunidade de o trabalhador brasileiro colocar comida na mesa e dar mais dignidade à sua família”, disse o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, no dia 8 de março. Desde então, o ministro tem feito uma maratona por estados como São Paulo, Ceará, Goiás e Pará para entregar imóveis a participantes do programa.
De acordo com a assessoria de Baldy, desde maio de 2016, uma das maiores prioridades do Ministério das Cidades é a reversão de obras paralisadas, em especial da Faixa 1, que atende famílias com renda mensal até R$ 1.800.
Até o momento, foram identificadas mais de 89 mil unidades com a construção interrompida. Foi autorizada a reativação de obras de cerca de 56 mil unidades habitacionais em 159 empreendimentos.
Outra providência: regularizar a liberação de recursos para execução de obras do programa. “Na atual gestão, não há mais que se falar em atraso no pagamento das empresas construtoras”, garante o ministério.

Auditoria

As unidades habitacionais populares já foram objeto de auditoria a cargo do Tribunal de Contas da União (TCU), que analisou vários empreendimentos e confirmou ausência de equipamentos públicos próximos.
De acordo com o trabalho, 73,4% dos moradores sofrem com a falta de escolas e creches nas redondezas; 70,2% afirmam não ter unidade básica de saúde; 68,1% não têm comércio próximo; e 46,8% julgam o transporte público insuficiente para a demanda.

Para o pesquisador e PhD em arquitetura e urbanismo Luiz Alberto Gouvêia, que recentemente estudou os incêndios que atingem unidades do programa, as políticas públicas de habitação têm sempre a mesma característica: a segregação da população.
— A terra urbana é cara, então se coloca as pessoas muito distantes. Isso cria um problema de toda ordem porque habitação não é só moradia. É moradia mais acesso ao trabalho, aos equipamentos comunitários. Quando se constrói um conjunto habitacional muito longe e não existem esses equipamentos, cria-se um problema enorme para a população. Isso aconteceu no Brasil inteiro, ao longo desses últimos 100 anos — afirma o pesquisador.
Marta Amália, moradora do Residencial Parque Paranoá, sofre as consequências do quadro descrito por Gouvêia. Para ser beneficiada pelo programa, ela precisou largar o emprego em Taguatinga, bairro localizado a cerca de 45 km da nova moradia. E não é só:
— Eu tenho duas filhas, uma de 11 anos, que está morando com o pai porque eu não consegui a vaga na escola aqui perto; e uma com 5 anos, que estuda na Asa Norte [a 15 km do apartamento]. Eu pago R$ 250 de van para leva-la à escola, porque o ônibus escolar do governo não leva crianças dessa idade. A menor fica, em média, 14h fora de casa porque precisa sair às 5h da manhã para conseguir chegar à escola e retorna entre às 19h30 e 20h.
A auditoria do TCU constatou também que uma significativa quantidade de moradias foi entregue com problemas relacionados à execução das obras, como falta de pavimentação asfáltica, calçamento, drenagem urbana e sistema de esgoto sanitário ou pluvial.
— É difícil dizer estatisticamente qual o percentual de comprometimento, de má qualidade nos empreendimentos no Brasil. Mas, por essa amostra, identificamos que boa parte dos empreendimentos têm falhas de construção. Essas falhas podem ser atribuídas às construtoras, podem decorrer de falhas na fiscalização, do processo de supervisão e controle dessas construtoras também — explica o ministro substituto do TCU Weder de Oliveira.
O mofo nas paredes do apartamento de Maria Sandra Rodrigues da Costa — contemplada pelo Programa Minha Casa, Minha Vida no residencial Parque Paranoá, em Brasília — denuncia uma dessas falhas. Desde que mudou para o local, Maria conta ter solicitado a reforma das janelas, já que chove dentro de casa, mas nenhuma solução foi tomada pela construtora responsável pela obra.
— Quando começou a chover, eu comecei a ver os problemas. Fui na construtora reclamar de infiltração umas cinco vezes já, mas é sempre a mesma coisa: eles vêm aqui, colocam uma cola na janela e dizem que está resolvido, mas é só começar a próxima chuva que os problemas reaparecem — conta.

Deficit

Inscrito na Constituição como um dos 11 direitos sociais, a moradia é um problema para cerca de 17,4 milhões de famílias, 30% da população, o equivalente a 57 milhões de indivíduos— considerando a média do IBGE de 3,3 pessoas por família no Brasil. A maioria, famílias de baixa renda.
Segundo o estudo “Programa Minha Casa, Minha Vida: subsídios para a avaliação dos planos e orçamentos da política pública”, elaborado pelas consultorias de Orçamento do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, cerca de 20 milhões de pessoas possuem renda insuficiente ou baixa e enfrentam ônus excessivo com aluguel, coabitação familiar, habitação precária e adensamento excessivo em imóveis alugados.


































Esse conjunto de mazelas integra o chamado deficit habitacional quantitativo, calculado em 6.068.061 unidades.
Apesar de viverem em residências próprias, outros 37 milhões de pessoas sofrem com a carência de infraestrutura básica: iluminação, água canalizada, esgotamento sanitário ou fossa séptica e coleta de resíduos sólidos.
O adensamento excessivo (número de moradores superior a três por dormitório) contribui para reduzir a qualidade de vida, assim como a cobertura inadequada: os domicílios contam com paredes de alvenaria ou madeira aparelhada, mas têm telhado de madeira aproveitada, zinco, lata ou palha.
A ausência de banheiro de uso exclusivo afeta do mesmo modo esse contingente. Para completar o quadro, é possível que as moradias estejam implantadas em áreas não regularizadas ou destituídas de documentação de propriedade.
Os indivíduos vivendo nessas condições são afetados pelo chamado deficit qualitativo, calculado em 11.275.888 unidades.
A mesma Constituição que define a moradia como um direito social, estabelece em seu artigo 23 a promoção de programas de construção de moradias e a melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico entre as competências comuns da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
Lançado em 2009, o Minha Casa Minha Vida tem o hibridismo como uma de suas características. Se por um lado ajuda a resolver o deficit habitacional, funciona também para mitigar os efeitos da crise econômica, segundo afirma a consultora do Senado Rita de Cássia Fonseca, coautora do trabalho.
— O programa foi adotado como medida anticíclica no momento de crise econômica mundial, em que o governo precisava entrar com investimentos para alavancar a economia, gerar renda e criar empregos. Para atingir esse objetivo, o governo enxergou outra possibilidade, que era minimizar o deficit habitacional — analisa.
De acordo com o Centro de Estatísticas e Informações da Fundação João Pinheiro, cuja base de dados foi utilizada por Rita Fonseca, o deficit habitacional quantitativo não tem sofrido alterações significativas: era de 6 milhões de moradias em 2009 e passou 6,1 milhões em 2014. Ou seja, teve um aumento de 1,6%. No mesmo período, a média do crescimento populacional girou em torno de 1% ao ano.
O segmento populacional de baixa renda figura no centro dessas estatísticas pela dificuldade em acessar financiamentos que demandem comprovação, regularização e suficiência de renda, conforme os pesquisadores. Bairros bem estruturados ainda são exclusividade de famílias com renda superior a cinco salários mínimos.
Com relação à oferta de imóveis a quem não os tem, o estudo aponta a locação de imóveis vagos como alternativa para reduzir o grupo de cidadãos sem habitação, aproveitando o estoque ocioso disponível.
O texto ressalta também a importância do investimento em mobilidade e acesso a políticas públicas básicas como saúde, educação e saneamento nas proximidades das novas residências.

Qualidade

Quanto ao chamado déficit qualitativo, a aposta do atual governo é o programa Cartão Reforma, aprovado pelo Senado em abril de 2017, que subvenciona reformas e ampliações em residências localizadas em áreas carentes.
O Cartão Reforma tem como meta atender, até o final de 2018, 170 mil famílias com renda até R$ 2.811. Famílias que habitem “domicílios inadequados” receberão recursos para comprar materiais de construção e contratar as reformas, com assistência técnica por parte das prefeituras para que o dinheiro não seja desperdiçado por falta de mão de obra qualificada.
Essa reportagem foi publicada originalmente em 20 de fevereiro e atualizada em 8 de maio de 2018.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Atenção Associados do Movimento Livre/GAHRP (03/05/2018)

Temos duas pendência importantes para resolver o mais rápido possível:

1 – Obter as garantias da infraestrutura externa ao empreendimento pela prefeitura Municipal conforme adendo nº 08/2018 emitido pelo DAERP onde diz:
“tendo em vista as diretrizes do Programa Minha Casa Minha Vida Faixa 1 e de acordo com o artigo 3º da Lei Complementar Municipal nº2.859 de 28 de março de 2018, todas as obras de infraestrutura  não incidentes nos custos financeiros pelo referido programa serão de responsabilidade da prefeitura Municipal de Ribeirão Preto.”

2 – Obter as garantias do Programa “Casa Paulista” de complementação financeira ao empreendimento, conforme compromisso firmado em audiência com o Secretário Estadual de Habitação, que garantiu o aporte caso fosse selecionado o projeto.
Já solicitamos ao Prefeito Nogueira para agilizar o convênio com o governo do Estado.

Precisamos destes dois documentos URGENTE para entregarmos na CAIXA.

Pelo que nos foi passado, estas são as únicas pendências para se efetivar a contratação.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Atenção Associados do Movimento Livre/GAHRP (30/04/2018)

- Informamos que o Movimento Livre/GAHRP apresentou todos os documentos necessários para análise da CAIXA no prazo correto.
- Não tivemos até a data de hoje 30/04/2018 o retorno oficial da análise de todos os documentos. 
- Tivemos a informação através da Caixa que todos os projetos como o nosso passará por outro processo de aprovação, prorrogando o prazo para contratação. 
 - Segundo o Ministério da Cidades, 84 entidades em todo o Brasil tiveram suas propostas recusadas por haver um erro do Ministério na publicação do edital e que será feito uma nova publicação possibilitando a correção do erro. 
- Tivemos também a informação da Caixa que o nosso projeto precisará contar com uma complementação financeira. Esta complementação está sendo solicitada ao Governo do Estado através do programa “Casa Paulista”. 
- Estamos também aguardando a resposta da Prefeitura sobre a infraestrutura externa do empreendimento.
- Vamos continuar acertando todas as possíveis pendências para que assim que for publicado a correção do Ministério, nosso projeto já esteja pronto para a contratação.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Belíssima declamação do poema/oração de São Francisco feita pelo Régie abriu a assembleia de 23/04/2018



Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.