terça-feira, 29 de maio de 2018

Presidente da COHAB e Secretário do Planejamento são os interlocutores da Prefeitura Ribeirão Preto junto ao Movimento Livre

Caderno com documentos elaborado pela COHAB
Ontem (28-05-2018), estivemos mais uma vez reunidos na COHAB para dar prosseguimento às tratativas das pendências do projeto “Kelly Cristina Uemura” organizado pelo Movimento Livre Nova Ribeirão.


Presidente da COHAB Nilson Baroni
Havíamos solicitado um encontro com o prefeito Duarte Nogueira para expor as dificuldades na contratação do projeto, mas dialogando com os secretários, ficou definido que vamos elaborar esta semana um dossiê com toda a documentação para subsidiar o prefeito que se comprometeu a colocar todo empenho na contratação do empreendimento o mais rápido possível.

Objetivamente são três pendências:

Secretário do Planejamento Edson Ortega
1 – Aporte financeiro junto à Caixa do valor orçado para infraestrutura não incidente, ou seja, obra que não esteja dentro do empreendimento, obra pública.
A Lei complementar 2.859 de 28 de março de 2018 diz que todas as obras de infraestrutura não incidentes nos custos financeiros do programa Minha Casa Minha Vida Faixa 1, serão de responsabilidade da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto.
Portanto, trata-se apenas de uma questão administrativa, já que o valor a ser empregado não chega a 3% do empreendimento e ainda há a possibilidade de utilização pela prefeitura, de repasse por meio de emenda parlamentar que conseguimos junto ao Deputado Baleia Rossi.

2 – Aporte financeiro junto ao Governo do Estado de São Paulo através do programa “Casa Paulista”.
De acordo com a análise da Caixa o projeto necessita de uma complementação financeira na ordem de 15.000,00 reais por apartamento.
Emenda Parlamentar
Em conversas preliminares, a Secretaria de Habitação do Estado de São Paulo disse que estando com a viabilidade aprovada pela Caixa, seria possível celebrar o convênio para realização do empreendimento.
É imprescindível a gestão política do Prefeito Nogueira junto ao Governo do Estado de São Paulo para atender esta demanda de 320 apartamentos em Ribeirão Preto, pois além de atender as famílias que serão contempladas no projeto, esta complementação que não chega a 15% do valor do empreendimento, favorecerá geração de emprego e renda tão importantes neste momento.
Prefeito Duarte Nogueira

3 – A publicação de portaria do Ministério das Cidades do novo modelo de contratação, já que a seleção feita em 27 de fevereiro foi negada em todo o Brasil para a contratação.
O governo federal não tem deixado claro o caminho que seguirá na política habitacional para o programa Minha Casa Minha Vida faixa 1. Ao negar os projetos que foram selecionados em fevereiro, não houve sequer uma justificativa para o ocorrido. Resta apenas justificativas extra-oficiais e promessas de que haverá contratação de projetos que estejam prontos para início de obra.
Ministro das Cidades Alexandre Baldi
Neste sentido, a interlocução do governo Municipal e Federal é fundamental para definitivamente contratar os projetos e aliviar a angústia das famílias que se sentem enganadas pelo governo. Sem contar os anos de espera e luta, nos últimos 3 meses trabalhamos intensamente para atender as portarias e normas burocráticas do programa que ao final, foram negado pelo governo. 
Nós do Movimento Livre, do GAHRP, da Assessoria Técnica e parceiros de outros movimentos queremos crer que não há a menor possibilidade da cidade de Ribeirão Preto perder um empreendimento como este, que atenderá 320 famílias, mas de 1.000 pessoas e será um marco na parceira construída entre poder público e movimento social.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Projeto pronto para iniciar as obras, mas o governo não libera



Desde 2017, à custa de muito trabalho, o Movimento Livre avançou em vários aspectos em relação aos 320 apartamentos do projeto “Kelly Cristina Uemura”.

Conseguimos a habilitação da Entidade Organizadora no Ministério das Cidades, o projeto recebeu a viabilidade da Caixa Econômica Federal e em 27 de fevereiro de 2018 foi publicado a seleção pelo Ministério das Cidades.

Neste período, conseguimos cumprir todas as necessidades burocráticas imposta pelo processo de aprovação no município, na Caixa Econômica e no Ministério das Cidades.

O Governo Federal simplesmente descumpriu todos os compromissos estabelecidos com os projetos do Fundo de Desenvolvimento Social FDS - Entidades. Nenhum projeto nesta categoria foi aprovado no país e não houve justificativa oficial para este cancelamento.

A única posição extra oficial é que será lançado uma portaria com sistema de contratações chamado "Balcão”. Este sistema daria a Caixa Econômica Federal a possibilidade de analisar os projetos e estando apto enviaria ao Ministério para contratação.

Ocorre que esta publicação ainda não saiu e não temos conhecimento do real teor e procedimento que temos que seguir.

Estamos em sintonia com o Governo Municipal através do presidente da COHAB Nilson Baroni e com o Secretário do Planejamento Edson Ortega. Ambos estão acompanhado toda tramitação do projeto no âmbito Municipal e na Caixa Econômica, e cientes das necessidades que cabem à prefeitura: Executar a Infraestrutura externa ao empreendimento e negociar parceria com o Governo do Estado no Programa Casa Paulista para complementação financeira conforme exigência da Caixa Econômica.

O grave momento social que vivemos exige de todos os agentes sociais um grande esforço para produzir alternativas que possam amenizar a angústia da população mais carente. O Movimento de Moradia, ao contrário do que se tem propagado, tem dado demonstração de paciência, organização e responsabilidade, mas o governo federal insiste em descumprir os acordos e regras que ele mesmo propõe.

A falta de moradia em nossa cidade é a cada dia mais grave. Todos os dias nascem novas favelas e hoje os moradores de rua já estão por toda a cidade.

Este projeto está pronto para o início da obra e vai atender 320 famílias, mais de 1.000 cidadãos de nossa cidade. Mais que isso, poderá trazer esperança para milhares de famílias que aguardam uma nova oportunidade de fazer parte de um projeto de habitação social.

Não vamos desistir! Trilhamos um longo caminho até aqui e chegar ao destino é nosso objetivo.  O governo terá que cumprir com sua obrigação e contratar este projeto que, à custa de muita luta do movimento, elaborou todos os projetos necessários para contratação.

Nós do Movimento Livre e do GAHRP não aceitaremos mais um calote do governo. Vamos a partir de junho, intensificar nosso movimento com mais famílias e faremos assembleias em praça pública se for necessário enquanto o governo não cumprir a parte que é sua obrigação.

Segue aqui alguns documentos aprovados que já estão devidamente protocolados na Caixa.

*Projetos de infraestrutura:*
  • ·         Urbanístico
  • ·         Terraplanagem
  • ·         Rede de drenagem
  • ·         Rede de água
  • ·         Rede de esgoto
  • ·         Rede de iluminação pública
  • ·         Paisagismo
  • ·         Ambiental

*Da parte dos edifícios:*
  • ·         Projetos de implantação
  • ·         Fundação
  • ·         Estrutural
  • ·         Instalações hidráulicas
  • ·         Instalações sanitárias e pluviais
  • ·         Instalações elétricas
  • ·         Instalações de prevenção e combate a incêndios
  • ·         Centro comunitário
  • ·         Guarita
  • ·         Sondagens
  • ·         Parecer geotécnico
  • ·         Memoriais descritivos das obras e orçamentos

*Da parte social e entidade:*
  • ·         Listagem de associados
  • ·         Dossiê com pastas de documentação das famílias
  • ·         Atas de assembleias
  • ·         CNPJ, CND e documentos da Entidade Organizadora e seus dirigentes
  • ·         Projeto Técnico Social
  • ·         Composição de Comissão de Obras CAO
  • ·         Composição da Comissão de Representante CRE
  • ·         Habilitação da E.O. no Ministério das Cidades

*Da área:*
  • ·         Pagamento de IPTU
  • ·         Alvará
  • ·         Opção de compra
  • ·         Matriculas Individualizadas
  • ·         Escritura Pública
  • ·         Desdobro
  • ·         Solicitação de parecer da CETESB
  • ·         Seleção do projeto através da Portaria do Ministério das Cidades nº 162 de 27 de Fevereiro de 2018
  • ·       Viabilidade do GAP Grupo de Análise de Projetos Especiais PMRP processo 2014 041 708 3 de 18 de fevereiro de 2018


quarta-feira, 9 de maio de 2018

As novas possibilidades para o programa Minha Casa, Minha Vida

Da Redação | 08/05/2018, 20h43

Na Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, 38 mil imóveis dividem uma área de 95 hectares: Programa Minha Casa, Minha Vida não resolveu problema de moradias precárias
Mais recursos para a construção de moradia popular e projeto em discussão no Senado podem ajudar a reduzir deficits quantitativo e qualitativo
Depois de um período de indefinição, por causa da crise fiscal, o Programa Minha Casa Minha Vida vem sendo apresentado pelo governo como uma possibilidade real para quem sonha com a casa própria. O aporte de recursos é, segundo o Ministério das Cidades, “ousado”, embora “possível”, e a retomada de pagamentos em atraso às empreiteiras pavimenta as novas esperanças.
No Senado, o programa também pode receber um reforço para garantir a qualidade das moradias e da infraestrutura por meio do PLS 465/2016, de autoria do senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

O projeto atribui a responsabilidade do provimento dos serviços públicos básicos aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios. A entrega dos empreendimentos pelas empreiteiras só seria possível em conjunto com os equipamentos de saúde e educação, bem como os de comércio e lazer.
— Com a experiência acumulada dos últimos anos, foram identificados alguns aspectos para aprimorar o alcance social, eficiência e efetividade do programa. O projeto quer garantir os serviços complementares à habitação — esclarece o senador Lindbergh.
A relatora da proposta na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), senadora Regina Sousa (PT-PI), votou a favor da matéria e acrescenta:
— Todos os entes envolvidos precisam trabalhar juntos para entregar as unidades habitacionais completas. Não adianta terminar a obra e a casa ficar um ano esperando energia elétrica, por exemplo. O projeto vai nesse sentido de agilizar o processo — argumenta a parlamentar.
O Minha Casa, Minha Vida “é um dos programas mais importantes do governo federal”, de acordo com mensagem enviada à Agência Senado pela Assessoria de Comunicação do ministério.
“A meta de contratação recentemente anunciada vem ao encontro do propósito de acelerar a construção civil e a geração de emprego e renda, pois, para cada R$ 1 milhão de investimentos em obras, são gerados 14 postos de trabalho nas construtoras e outros 8 empregos na indústria de materiais de construção, nos serviços e no comércio de materiais, totalizando 22 novas ocupações, de acordo com estudo da Fundação Getúlio Vargas (2013)”, diz a mensagem.
A aceleração de obras chegou a ser tratada em encontro do ministro das Cidades, Alexandre Baldy, no dia 21 de fevereiro, com o presidente do Senado, Eunício Oliveira. Baldy esteve acompanhado na reunião com representantes do setor de construção.
Com os investimentos anunciados para 2018, da ordem de R$ 72,7 bilhões, espera-se a geração de mais de 1 milhão de postos de trabalho diretos em obras e mais de 580 mil na cadeia produtiva da construção civil. No total, foi anunciada no dia 8 de fevereiro a contratação de 650 mil novas unidades do MCMV, sendo 130 mil da Faixa 1 (contendo as contratações das modalidades empresas, entidades e rural); 70 mil unidades para a Faixa 1,5; 400 mil para a Faixa 2; e 50 mil novas moradias para a Faixa 3. Para isso, serão investidos R$ 9,7 bilhões do Orçamento Geral da União (OGU) e R$ 63 bilhões do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS).
“Além de realizarmos o sonho da casa própria, vamos gerar emprego, reaquecendo a economia dos municípios, dando a oportunidade de o trabalhador brasileiro colocar comida na mesa e dar mais dignidade à sua família”, disse o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, no dia 8 de março. Desde então, o ministro tem feito uma maratona por estados como São Paulo, Ceará, Goiás e Pará para entregar imóveis a participantes do programa.
De acordo com a assessoria de Baldy, desde maio de 2016, uma das maiores prioridades do Ministério das Cidades é a reversão de obras paralisadas, em especial da Faixa 1, que atende famílias com renda mensal até R$ 1.800.
Até o momento, foram identificadas mais de 89 mil unidades com a construção interrompida. Foi autorizada a reativação de obras de cerca de 56 mil unidades habitacionais em 159 empreendimentos.
Outra providência: regularizar a liberação de recursos para execução de obras do programa. “Na atual gestão, não há mais que se falar em atraso no pagamento das empresas construtoras”, garante o ministério.

Auditoria

As unidades habitacionais populares já foram objeto de auditoria a cargo do Tribunal de Contas da União (TCU), que analisou vários empreendimentos e confirmou ausência de equipamentos públicos próximos.
De acordo com o trabalho, 73,4% dos moradores sofrem com a falta de escolas e creches nas redondezas; 70,2% afirmam não ter unidade básica de saúde; 68,1% não têm comércio próximo; e 46,8% julgam o transporte público insuficiente para a demanda.

Para o pesquisador e PhD em arquitetura e urbanismo Luiz Alberto Gouvêia, que recentemente estudou os incêndios que atingem unidades do programa, as políticas públicas de habitação têm sempre a mesma característica: a segregação da população.
— A terra urbana é cara, então se coloca as pessoas muito distantes. Isso cria um problema de toda ordem porque habitação não é só moradia. É moradia mais acesso ao trabalho, aos equipamentos comunitários. Quando se constrói um conjunto habitacional muito longe e não existem esses equipamentos, cria-se um problema enorme para a população. Isso aconteceu no Brasil inteiro, ao longo desses últimos 100 anos — afirma o pesquisador.
Marta Amália, moradora do Residencial Parque Paranoá, sofre as consequências do quadro descrito por Gouvêia. Para ser beneficiada pelo programa, ela precisou largar o emprego em Taguatinga, bairro localizado a cerca de 45 km da nova moradia. E não é só:
— Eu tenho duas filhas, uma de 11 anos, que está morando com o pai porque eu não consegui a vaga na escola aqui perto; e uma com 5 anos, que estuda na Asa Norte [a 15 km do apartamento]. Eu pago R$ 250 de van para leva-la à escola, porque o ônibus escolar do governo não leva crianças dessa idade. A menor fica, em média, 14h fora de casa porque precisa sair às 5h da manhã para conseguir chegar à escola e retorna entre às 19h30 e 20h.
A auditoria do TCU constatou também que uma significativa quantidade de moradias foi entregue com problemas relacionados à execução das obras, como falta de pavimentação asfáltica, calçamento, drenagem urbana e sistema de esgoto sanitário ou pluvial.
— É difícil dizer estatisticamente qual o percentual de comprometimento, de má qualidade nos empreendimentos no Brasil. Mas, por essa amostra, identificamos que boa parte dos empreendimentos têm falhas de construção. Essas falhas podem ser atribuídas às construtoras, podem decorrer de falhas na fiscalização, do processo de supervisão e controle dessas construtoras também — explica o ministro substituto do TCU Weder de Oliveira.
O mofo nas paredes do apartamento de Maria Sandra Rodrigues da Costa — contemplada pelo Programa Minha Casa, Minha Vida no residencial Parque Paranoá, em Brasília — denuncia uma dessas falhas. Desde que mudou para o local, Maria conta ter solicitado a reforma das janelas, já que chove dentro de casa, mas nenhuma solução foi tomada pela construtora responsável pela obra.
— Quando começou a chover, eu comecei a ver os problemas. Fui na construtora reclamar de infiltração umas cinco vezes já, mas é sempre a mesma coisa: eles vêm aqui, colocam uma cola na janela e dizem que está resolvido, mas é só começar a próxima chuva que os problemas reaparecem — conta.

Deficit

Inscrito na Constituição como um dos 11 direitos sociais, a moradia é um problema para cerca de 17,4 milhões de famílias, 30% da população, o equivalente a 57 milhões de indivíduos— considerando a média do IBGE de 3,3 pessoas por família no Brasil. A maioria, famílias de baixa renda.
Segundo o estudo “Programa Minha Casa, Minha Vida: subsídios para a avaliação dos planos e orçamentos da política pública”, elaborado pelas consultorias de Orçamento do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, cerca de 20 milhões de pessoas possuem renda insuficiente ou baixa e enfrentam ônus excessivo com aluguel, coabitação familiar, habitação precária e adensamento excessivo em imóveis alugados.


































Esse conjunto de mazelas integra o chamado deficit habitacional quantitativo, calculado em 6.068.061 unidades.
Apesar de viverem em residências próprias, outros 37 milhões de pessoas sofrem com a carência de infraestrutura básica: iluminação, água canalizada, esgotamento sanitário ou fossa séptica e coleta de resíduos sólidos.
O adensamento excessivo (número de moradores superior a três por dormitório) contribui para reduzir a qualidade de vida, assim como a cobertura inadequada: os domicílios contam com paredes de alvenaria ou madeira aparelhada, mas têm telhado de madeira aproveitada, zinco, lata ou palha.
A ausência de banheiro de uso exclusivo afeta do mesmo modo esse contingente. Para completar o quadro, é possível que as moradias estejam implantadas em áreas não regularizadas ou destituídas de documentação de propriedade.
Os indivíduos vivendo nessas condições são afetados pelo chamado deficit qualitativo, calculado em 11.275.888 unidades.
A mesma Constituição que define a moradia como um direito social, estabelece em seu artigo 23 a promoção de programas de construção de moradias e a melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico entre as competências comuns da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
Lançado em 2009, o Minha Casa Minha Vida tem o hibridismo como uma de suas características. Se por um lado ajuda a resolver o deficit habitacional, funciona também para mitigar os efeitos da crise econômica, segundo afirma a consultora do Senado Rita de Cássia Fonseca, coautora do trabalho.
— O programa foi adotado como medida anticíclica no momento de crise econômica mundial, em que o governo precisava entrar com investimentos para alavancar a economia, gerar renda e criar empregos. Para atingir esse objetivo, o governo enxergou outra possibilidade, que era minimizar o deficit habitacional — analisa.
De acordo com o Centro de Estatísticas e Informações da Fundação João Pinheiro, cuja base de dados foi utilizada por Rita Fonseca, o deficit habitacional quantitativo não tem sofrido alterações significativas: era de 6 milhões de moradias em 2009 e passou 6,1 milhões em 2014. Ou seja, teve um aumento de 1,6%. No mesmo período, a média do crescimento populacional girou em torno de 1% ao ano.
O segmento populacional de baixa renda figura no centro dessas estatísticas pela dificuldade em acessar financiamentos que demandem comprovação, regularização e suficiência de renda, conforme os pesquisadores. Bairros bem estruturados ainda são exclusividade de famílias com renda superior a cinco salários mínimos.
Com relação à oferta de imóveis a quem não os tem, o estudo aponta a locação de imóveis vagos como alternativa para reduzir o grupo de cidadãos sem habitação, aproveitando o estoque ocioso disponível.
O texto ressalta também a importância do investimento em mobilidade e acesso a políticas públicas básicas como saúde, educação e saneamento nas proximidades das novas residências.

Qualidade

Quanto ao chamado déficit qualitativo, a aposta do atual governo é o programa Cartão Reforma, aprovado pelo Senado em abril de 2017, que subvenciona reformas e ampliações em residências localizadas em áreas carentes.
O Cartão Reforma tem como meta atender, até o final de 2018, 170 mil famílias com renda até R$ 2.811. Famílias que habitem “domicílios inadequados” receberão recursos para comprar materiais de construção e contratar as reformas, com assistência técnica por parte das prefeituras para que o dinheiro não seja desperdiçado por falta de mão de obra qualificada.
Essa reportagem foi publicada originalmente em 20 de fevereiro e atualizada em 8 de maio de 2018.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Atenção Associados do Movimento Livre/GAHRP (03/05/2018)

Temos duas pendência importantes para resolver o mais rápido possível:

1 – Obter as garantias da infraestrutura externa ao empreendimento pela prefeitura Municipal conforme adendo nº 08/2018 emitido pelo DAERP onde diz:
“tendo em vista as diretrizes do Programa Minha Casa Minha Vida Faixa 1 e de acordo com o artigo 3º da Lei Complementar Municipal nº2.859 de 28 de março de 2018, todas as obras de infraestrutura  não incidentes nos custos financeiros pelo referido programa serão de responsabilidade da prefeitura Municipal de Ribeirão Preto.”

2 – Obter as garantias do Programa “Casa Paulista” de complementação financeira ao empreendimento, conforme compromisso firmado em audiência com o Secretário Estadual de Habitação, que garantiu o aporte caso fosse selecionado o projeto.
Já solicitamos ao Prefeito Nogueira para agilizar o convênio com o governo do Estado.

Precisamos destes dois documentos URGENTE para entregarmos na CAIXA.

Pelo que nos foi passado, estas são as únicas pendências para se efetivar a contratação.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Atenção Associados do Movimento Livre/GAHRP (30/04/2018)

- Informamos que o Movimento Livre/GAHRP apresentou todos os documentos necessários para análise da CAIXA no prazo correto.
- Não tivemos até a data de hoje 30/04/2018 o retorno oficial da análise de todos os documentos. 
- Tivemos a informação através da Caixa que todos os projetos como o nosso passará por outro processo de aprovação, prorrogando o prazo para contratação. 
 - Segundo o Ministério da Cidades, 84 entidades em todo o Brasil tiveram suas propostas recusadas por haver um erro do Ministério na publicação do edital e que será feito uma nova publicação possibilitando a correção do erro. 
- Tivemos também a informação da Caixa que o nosso projeto precisará contar com uma complementação financeira. Esta complementação está sendo solicitada ao Governo do Estado através do programa “Casa Paulista”. 
- Estamos também aguardando a resposta da Prefeitura sobre a infraestrutura externa do empreendimento.
- Vamos continuar acertando todas as possíveis pendências para que assim que for publicado a correção do Ministério, nosso projeto já esteja pronto para a contratação.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Belíssima declamação do poema/oração de São Francisco feita pelo Régie abriu a assembleia de 23/04/2018



Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Recebemos a análise pela CAIXA de mais 102 pastas de associados.

Atenção Associados do Movimento Livre/GAHRP 20/04/2018
Conforme prometido, segue a análise dos 102 associados que faltavam. 

A coluna em "vermelho" é para o associados providência. Em "azul" o escritório vai verificar.
Todos devem providência os documentos até segunda-feira (23/04/2018) no horário de expediente. 
Vamos entregar na Caixa na terça-feira de manhã. 
Qualquer dúvida entre em contato: 3043-3307 ou 99207-3607 ou 98126-4932

Não vamos atender caso individual aqui no grupo do Zapp
Não vamos receber documentos na assembleia.










segunda-feira, 16 de abril de 2018

Recebemos a análise pela CAIXA de 82 pastas de associados.

Atenção Associados do Movimento Livre/GAHRP 16-07-18

Recebemos a análise pela CAIXA de 82 pastas de associados.
Esta semana vamos receber o restante.
Portanto, quem não estiver nesta lista, aguarde.
Prestem bem atenção!
- Onde está escrito – “preencher MO29626 e NIS ou outros” - o escritório vai corrigir.
- Onde está escrito – “falta comprovante de renda, algum documento, certidão estado civil, etc” -  vocês devem correr para regularizar.
Se tiver dúvida, ligue no escritório 3043-3307 ou 99207-3607 ou 98126-4932
Não vamos responder caso individual no grupo do Whatszap.
Temos que corrigir esta listagem até quarta-feira (18-04).









quarta-feira, 11 de abril de 2018

Despesas de Cartório



*Atenção Associados do Movimento Livre/GAHRP*

Até a data 10/04 de vencimento tivemos *119 contribuições*, o que foi insuficiente para o pagamento das despesas em cartório.
*Quem ainda não fez o pagamento deve fazer o mais rápido possível!*

O cartório somente fará as documentações mediante pagamento.
A CAIXA não concluirá o contrato se não estiver com tudo pronto.

*Lista dos associados que contribuirão com as despesas de cartório*
1.            Abner Estevão Lima de Souza
2.            Alex Sandro Benjamim da Silva
3.            Alexandra Cristina da Silva
4.            Amanda Najara de Sales
5.            Ana Paula da Silva
6.            Ana Paula de Carvalho
7.            Ana Paulina Tobias
8.            Andreia Cristina Candido
9.            Andreza Azarias de Lima
10.         Angelina Tonetto
11.         Antonia Fernandes do Nascimento
12.         Antônia Gonçalves Costa
13.         Antônio Carlos de Oliveira
14.         Antonio Donizeti Alves dos Santos
15.         Aparecida de Fatima dos Santos
16.         Aparecida Donizeti Gomes Fortunato
17.         Aparecido Luiz de Souza
18.         Beatriz de Fatima Vieira
19.         Beatriz dos Santos
20.         Camila Juliana Candido Orlando da Silva
21.         Carlos Andre da Silva
22.         Cleber Luis Goiano
23.         Cristiane Aparecida Goiano
24.         Cristiane Elisabeth de Souza Silva
25.         Cristiane Priscila de Oliveira
26.         Daniela Cardoso Vieira
27.         Dulcineia Cardoso Daniel
28.         Edmilson da Silva Santos
29.         Edna Maria da Silva
30.         Eliana Correia da Silva
31.         Eliana Honório Silveira
32.         Eliana Luiza da Silva
33.         Eliane Cristiana de Sousa
34.         Eliete Ferreira
35.         Elza Mendes Ribeiro
36.         Euza Geralda Moreira
37.         Ezequias Ferreira Terra
38.         Fabiana Artal Santiago
39.         Fabricio Avelino Brito Moraes Kempp
40.         Fatima Aparecida da Costa Moreti
41.         Fernanda Da Silva Peixoto
42.         Francisca Vital de Moura
43.         Francisco Leite Filho
44.         Gabriele Santin Gonzales
45.         Gizele Alves Brito
46.         Gonçalina de Fatima Buzo
47.         Guilherme Defendi de Souza
48.         Henrique Fachini de Carvalho
49.         Higor Alexandre Grace
50.         Igor Vinicius Soares Gleria
51.         Ingrid Joyce da Silva Bezerra
52.         Irene Aparecida Azarias Dias
53.         Jair Santos da Silva
54.         Janaina Mariano da Silva
55.         Janaina Rodrigues Coelho
56.         Janaina Souza Marsola
57.         Jerry Adriani Arteta
58.         Jessica Vieira Batista
59.         Jorge Paulo Vasconsellos
60.         Jose Iranildo da Silva
61.         Josiana da Silva Defendi
62.         Juliana Roque Martinez
63.         Julio Cesar de Oliveira Fagundes
64.         Karina Cristiane dos Santos
65.         Kary Lucy Silva Santos de Oliveira
66.         Katia Aguillar de Faria Moreira
67.         Leonardo Zueli
68.         Lincoln Aparecido de Souza Aveiro
69.         Lindami Pereira da Silva
70.         Luciana de Arruda Monteiro
71.         Luciana Esteves Viana
72.         Luciana Roque Martinez da Cruz
73.         Lucilia Lima da Silva
74.         Luis Antonio de Sousa
75.         Luis Jose da Silva
76.         Luiza de Oliveira
77.         Luiza Marli Martins
78.         Marcel Damião de Souza
79.         Marcelo de Freitas Assis
80.         Maria Aurineide Gonçalves de melo
81.         Maria Carmelita Santos de Oliveira
82.         Maria de Lourdes Freitas da silva
83.         Maria Jose Leite
84.         Maria Jose Ribeiro
85.         Maria Teresa Speridião Pio Papa
86.         Maria Vicente da Silva
87.         Marileide Macedo Ferreira
88.         Marta Adriana de Paulo Viana
89.         Marta Cristina dos Santos
90.         Melissa Fernanda Moretti Alves
91.         Mirtes de Fatima Santos
92.         Nair Costa Santos
93.         Neuza Marques de Oliveira
94.         Patricia Martins Ferreira
95.         Raissa Carolina Fernandes dos Reis
96.         Ranunfo Paulo Figueiredo
97.         Rebeca Batista de Araujo
98.         Régie Soares Andréo
99.         Reginaldo Aparecido Silva
100.      Renato Augusto Massonetto dos Santos
101.      Roberto Neves
102.      Roberto Santi Gonzales
103.      Robson Lima Mota
104.      Rodrigo Carvalho Quirino
105.      Rogério Santiago dos Anjos
106.      Rubens Francisco Miguel
107.      Sandra Helena Roque Martinez
108.      Shirlei da Silva
109.      Tatiana Feitosa de Macedo
110.      Tatiane Quirino de Souza
111.      Telma Nice de Oliveira
112.      Teresa Cristina Sousa Rabelo
113.      Thais Cristina Pereira Bastos
114.      Tiago dos Santos Cafasso
115.      Tiago Schiavi Santana
116.      Wagner Melo Araújo
117.      Wellington de Paula
118.      Wesley da Costa Peres Ribeiro
119.      Ygor Ariel Ramiro