Em reunião com o Movimento Livre o prefeito Nogueira garantiu que fará todo empenho para aprovar projeto faixa 1 do Programa MCMV-E em Ribeirão Preto atendendo a demanda habitacional para as famílias de baixa renda.
Com o objetivo de
reorganização da demanda dos empreendimentos organizados pelo Movimentos Livre
Nova Ribeirão MLNR em parceria com a Federação Nacional das Entidades
Habitacionais dos Empregados no Correio FENAHTECT, dia 28 de janeiro foi
realizado nas dependências da Câmara Municipal de Ribeirão Preto a Assembleia Geral do Movimento.
“O Ano de 2017 será de
implementação de projetos e início de construções” afirma Marcelo Baptista
Coordenador Administrativo do Movimento Livre.
Segundo o coordenador, o
movimento livre já realizou uma reunião com o novo prefeito de Ribeirão Preto
Duarte Nogueira onde foi apresentado o projeto Kelly Cristina no bairro do
Heitor Rigon. O empreendimento terá 354 unidades numa área de aproximadamente 13.000
m2. Após várias adequações para atender as exigências do Programa MCMV-E o
projeto encontra-se hoje devidamente protocolado no Ministério das Cidades
aguardando apenas a seleção das próximas unidades.
Segundo o prefeito Duarte
Nogueira, ainda no primeiro semestre deste ano, o Ministro das Cidades Bruno
Araujo anunciará a contratação de 35.300 unidades habitacionais e que a
Administração Municipal fará todo empenho para que Ribeirão Preto seja
atendido nesta demanda habitacional para as famílias de baixa renda.
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| Pedro Binotte - FENAHTECT |
O Movimento Livre é uma
entidade da sociedade civil legalmente constituída e habilitada para gerir
projetos habitacionais atendendo os critérios da Caixa Econômica Federal e dos
Programas habitacionais. Conta com a assessoria e experiência da FENAHTECT, Federação de caráter nacional que realiza vários projetos em todo pais.
As assembleias acontecem a
cada 3 meses e mensalmente as lideranças promovem encontros com os associados
para debater temas relativos a habitação. Os associados além de participar das
atividades contribuem com uma taxa de administração no valor de 30,00 reais por
mês. A contribuição associativa é uma forma de estruturar o movimento possibilitando contratar assessorias jurídica, de projetos e social, além de manter
além um escritório com atendimento diário aos associados e as comunidades.
Na assembleia os associados
aprovaram as contas do exercício de 2016 e a exclusão dos associados que estão
em desacordo com o estatuto há mais de 6 meses.
Segundo Luiz Henrique, Secretário do Movimento, a reorganização dos associados é uma necessidade dado
a possibilidade concreta de atender a demanda de 354 unidades e para isso todos
devem estar participando das obrigações da entidade.




































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