quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Reorganizar para concretizar projetos

Em reunião com o Movimento Livre o prefeito Nogueira garantiu que fará todo empenho para aprovar projeto faixa 1 do Programa MCMV-E em Ribeirão Preto atendendo a demanda habitacional para as famílias de baixa renda.

Com o objetivo de reorganização da demanda dos empreendimentos organizados pelo Movimentos Livre Nova Ribeirão MLNR em parceria com a Federação Nacional das Entidades Habitacionais dos Empregados no Correio FENAHTECT, dia 28 de janeiro foi realizado nas dependências da Câmara Municipal de Ribeirão Preto a Assembleia Geral do Movimento.

“O Ano de 2017 será de implementação de projetos e início de construções” afirma Marcelo Baptista Coordenador Administrativo do Movimento Livre.


Segundo o coordenador, o movimento livre já realizou uma reunião com o novo prefeito de Ribeirão Preto Duarte Nogueira onde foi apresentado o projeto Kelly Cristina no bairro do Heitor Rigon. O empreendimento terá 354 unidades numa área de aproximadamente 13.000 m2. Após várias adequações para atender as exigências do Programa MCMV-E o projeto encontra-se hoje devidamente protocolado no Ministério das Cidades aguardando apenas a seleção das próximas unidades.

Segundo o prefeito Duarte Nogueira, ainda no primeiro semestre deste ano, o Ministro das Cidades Bruno Araujo anunciará a contratação de 35.300 unidades habitacionais e que a Administração Municipal fará todo empenho para que Ribeirão Preto seja atendido nesta demanda habitacional para as famílias de baixa renda.

Pedro Binotte - FENAHTECT
O Movimento Livre é uma entidade da sociedade civil legalmente constituída e habilitada para gerir projetos habitacionais atendendo os critérios da Caixa Econômica Federal e dos Programas habitacionais. Conta com a assessoria e experiência da FENAHTECT, Federação de caráter nacional que realiza vários projetos em todo pais.

As assembleias acontecem a cada 3 meses e mensalmente as lideranças promovem encontros com os associados para debater temas relativos a habitação. Os associados além de participar das atividades contribuem com uma taxa de administração no valor de 30,00 reais por mês. A contribuição associativa é uma forma de estruturar o movimento possibilitando contratar assessorias jurídica, de projetos e social, além de manter além um escritório com atendimento diário aos associados e as comunidades.

Na assembleia os associados aprovaram as contas do exercício de 2016 e a exclusão dos associados que estão em desacordo com o estatuto há mais de 6 meses.


Segundo Luiz Henrique, Secretário do Movimento, a reorganização dos associados é uma necessidade dado a possibilidade concreta de atender a demanda de 354 unidades e para isso todos devem estar participando das obrigações da entidade.

































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