Unidades serão comercializadas
no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV)
A Cohab de Ribeirão Preto
publicou editais visando selecionar projetos para construir 2.440 apartamentos
para quem ganha de 1 a 3 salários mínimos. Para tanto, serão utilizadas quatro
áreas da prefeitura (Jardim Eugênio Mendes Lopes, Via Norte, Mangueiras e Ferro
Velho), onde serão construídos 1.904 apartamentos, em dez condomínios, para a
faixa 1 do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV). Outras sete áreas são da
Cohab (no conjunto Liliana Tenuto Rossi, duas na avenida Pio XII, duas no
Parque dos Servidores e duas no Jardim Heitor Rigon), onde serão edificados 536
apartamentos em sete condomínios para a faixa 1,5 do PMCV.
O investimento total previsto é
de R$ 260 milhões. “Esse investimento vai gerar, além das moradias, emprego e
renda para muitas pessoas ao longo das obras”, destaca o presidente da
Cohab-RP, Edsom Ortega Marques.
A data de abertura das propostas
é o próximo dia 23 de maio. Até o dia 31 de maio, as empresas vencedoras serão
apresentadas ao Ministério das Cidades e à Caixa Econômica Federal para a
análise dos projetos e seleção das empresas.
As empresas de construção civil que preenchem os requisitos da Caixa para este programa poderão participar.
As empresas de construção civil que preenchem os requisitos da Caixa para este programa poderão participar.
Os critérios de atendimento são
os do programa MCMV e os definidos pelas normas do Município.
A previsão é que, com os projetos aprovados por todos os organismos federais, estaduais e municipais, as obras se iniciem no segundo semestre deste ano.
Segundo Edsom Ortega Marques,
todas as pessoas inscritas na Cohab-RP podem manifestar interesse pela aquisição
das unidades, sendo que os empreendimentos da faixa 1 atenderão também famílias
cadastradas em áreas que precisarão ser desocupadas para reurbanização e
revitalização, como é o caso, por exemplo, de áreas de preservação ambiental.
“Quaisquer ocupações irregulares nessas áreas serão removidas pela prefeitura”,
enfatiza Ortega, também presidente do Conselho de Moradia Popular.
“As famílias que eventualmente já
ocupem as áreas da prefeitura, terão que sair desses locais. Todo este processo
será conduzido e esclarecido, com prazos e critérios pré-estabelecidos em
conjunto com o Conselho de Moradia Popular. Estão também previstas reuniões com
as famílias que ocupem irregularmente áreas e estejam cadastradas na
Prefeitura”, salienta Ortega.


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